
Desenvolvimento econômico, aumento de renda, e de empregos
Menos burocracia para quem empreende, mais liberdade econômica e oportunidades reais para quem trabalha.

Minha visão
A prosperidade não é criada por decreto estatal, mas pelo trabalho e pela iniciativa de quem empreende. Infelizmente, o Brasil se especializou em criar obstáculos para quem quer produzir. A burocracia sufoca, os impostos confiscam e a falta de liberdade econômica impede que boas ideias virem negócios sólidos.
Para gerar emprego de verdade e aumentar a renda das famílias, o Estado precisa parar de atrapalhar. Acredito em um ambiente onde o mérito individual seja valorizado, onde o pequeno empresário tenha acesso a crédito e onde as decisões políticas sejam baseadas em dados e evidências, não em ideologias ultrapassadas. O Estado deve garantir regras claras e segurança jurídica, permitindo que o mercado e as pessoas prosperem.


Indivíduo: por ter vivido em regiões e países distintos e liderado equipes com perfis e culturas variados, compreendi que o respeito às diferenças individuais é essencial para engajar pessoas, formar equipes consistentes e alcançar resultados concretos.
Quando associada à meritocracia e à responsabilidade, a valorização do indivíduo contribui para ambientes mais produtivos, coesos e justos.
Endividamento: quase 80% das famílias brasileiras estão endividadas. Não é apenas falta de controle — é o retrato de um país onde a renda mal cobre o básico, o crédito vira armadilha e taxas de juros abusivas transformam dívidas pequenas em pesadelos financeiros intermináveis. Milhões trabalham o mês inteiro apenas para pagar contas do passado.
Empreendedorismo: desde jovem, atuando na pequena empresa do meu pai e, mais recentemente, apoiando microempreendedores por meio de uma startup, vivenciei diretamente as barreiras enfrentadas por quem tenta empreender no Brasil. Burocracia sufocante, carga tributária elevada e crédito inacessível dificultam o crescimento.
Simplificar o ambiente regulatório, reduzir custos e ampliar o acesso a financiamento viável são passos essenciais para estimular a geração de renda, inovação e desenvolvimento local.
Impostos: como contribuinte, percebi que o sistema tributário brasileiro penaliza quem produz e trabalha. A carga de impostos é elevada e fortemente concentrada no consumo, fazendo com que a população de menor renda pague proporcionalmente mais tributos no dia a dia.
Ao mesmo tempo, o sistema acumula regimes especiais e renúncias fiscais frequentemente aprovados sem critérios claros, prazos definidos ou avaliação rigorosa, beneficiando setores com maior influência política, sem retorno comprovado para a sociedade. Ao longo dos anos, esse conjunto de benefícios cresceu de forma significativa. Na área cultural, incentivos concentram recursos em artistas já consagrados e projetos de impacto incerto, enquanto museus, acervos e patrimônios históricos enfrentam abandono e perdas irreparáveis.
Falta também um modelo estável de financiamento que combine recursos públicos e doações privadas para preservar o patrimônio cultural no longo prazo. Os instrumentos que permitiriam a São Paulo reter parcela maior dos tributos arrecadados seguem pouco utilizados, evidenciando ausência de estratégia fiscal e planejamento. Essas renúncias funcionam como despesas indiretas e não passam pelo mesmo nível de controle e transparência aplicado às demais políticas públicas.
Combate à pobreza: combater a pobreza exige mais do que transferir renda. O país avançou na redução da pobreza extrema, mas pouco avançou na construção de caminhos consistentes para que as famílias saiam definitivamente da dependência de programas assistenciais.
Benefícios muitas vezes são concedidos sem metas claras de desenvolvimento, critérios homogêneos de medição da pobreza ou mecanismos efetivos de transição para o trabalho e o empreendedorismo. A fragmentação de programas, falhas cadastrais e incentivos mal desenhados acabam perpetuando a dependência, em vez de estimular autonomia.
Enquanto isso, o alto custo de contratação, a rigidez das relações de trabalho e o acesso limitado a crédito produtivo dificultam a inserção de milhões de brasileiros no mercado formal ou na atividade empreendedora.
Combater a pobreza exige criar condições reais para que cada pessoa desenvolva suas capacidades, gere renda própria e reconquiste sua independência econômica.
IPVA: o sistema atual aprofunda desigualdades e revela distorções injustas. Enquanto trabalhadores e pequenos empreendedores pagam valores elevados mesmo com carros populares, isenções amplas continuam beneficiando veículos de órgãos públicos, fundações, partidos políticos, sindicatos, instituições sem fins lucrativos, templos e beneficiários de tratamento diplomático, independentemente do valor do veículo. Ao mesmo tempo, aeronaves e embarcações de uso particular simplesmente não pagam IPVA, criando uma assimetria entre diferentes formas de patrimônio.
Cobra-se imposto sobre imposto, pois o IPVA incide sobre o valor do veículo já carregado de tributos como IPI e ICMS. O resultado é um sistema que penaliza quem trabalha e preserva privilégios históricos. Empreendedores, trabalhadores de baixa renda e motoristas de aplicativo — que dependem do veículo para gerar renda — não contam com qualquer forma de alívio tributário, enquanto regras antigas preservam benefícios pouco revisados.
Rever esse modelo é essencial para recolocar o IPVA no caminho da justiça tributária: menos privilégios, mais equilíbrio e reconhecimento a quem produz e movimenta a economia.
IRPF: o assalariado é estrangulado por uma tabela com deduções irrisórias e faixas de tributação há décadas sem correção, o que eleva a carga tributária de forma silenciosa ao longo do tempo. É preciso corrigir essas distorções e restabelecer a justiça tributária. Impostos devem financiar desenvolvimento e serviços públicos de qualidade — não sustentar privilégios.
Reforma Tributária: a criação do IBS muda as regras do jogo para São Paulo, que precisará ajustar sua estratégia para continuar atraindo investimentos. Há risco de perda de competitividade, enquanto outros estados e o próprio governo federal passam a concentrar mais poder sobre o sistema tributário.
Fundos públicos e instituições acostumados a usufruir de parcelas vinculadas do ICMS — incluindo universidades e programas estaduais — terão de se adaptar a uma realidade mais apertada. A previsibilidade dessas receitas tende a diminuir, exigindo mais eficiência na gestão, revisão de prioridades e parcerias com o setor privado.
Já no ITCMD — imposto sobre heranças e doações — morrer em São Paulo pode se tornar um grande prejuízo para os herdeiros: com alíquotas progressivas obrigatórias, transmitir patrimônio pode ficar mais caro e complexo, exigindo regulamentação equilibrada para evitar fuga de patrimônio e insegurança jurídica.
Federalismo fiscal: ao acompanhar a dinâmica da arrecadação e da distribuição de recursos entre União, estados e municípios, percebi que São Paulo frequentemente deixa de aproveitar plenamente instrumentos que poderiam ampliar investimentos e fortalecer políticas públicas locais. Falta transparência sobre quanto os contribuintes paulistas podem direcionar a projetos no próprio estado e quanto efetivamente retorna em programas, convênios e transferências federais. Municípios e organizações da sociedade civil também enfrentam dificuldades técnicas para acessar esses instrumentos, enquanto dados e comparações com outros estados raramente são sistematizados. Sem informação clara, monitoramento permanente e estratégia coordenada, oportunidades relevantes de financiamento acabam subutilizadas, enfraquecendo a autonomia fiscal e a capacidade de planejamento do estado.
O QUE PENSO
01. Facilitar a abertura, operação e o fechamento de empresas
Facilitar a abertura de negócios, reduzir a burocracia, garantir respostas rápidas do governo, orientar antes de punir e apoiar pequenos empreendedores para que empresas possam nascer, crescer e fechar sem dificuldades.
02. Redução do custo do crédito aos empreendedores
Organizar garantias em um cadastro único, reduzir riscos para bancos, ampliar o microcrédito e criar apoio financeiro para pequenos negócios terem capital de giro e poderem crescer.
03. Redução de impostos
Diminuir impostos no geral, reduzir impostos sobre consumo, isentar remédios e itens essenciais, aplicar a reforma tributária e corrigir injustiças que pesam sobre trabalhadores , pequenos empreendedores e vítimas de crimes.
04. Racionalização do IRPF
Corrigir a tabela do Imposto de Renda todo ano pela inflação, atualizar deduções, simplificar impostos sobre lucro, criar vouchers para serviços informais e orientar melhor o contribuinte sobre incentivos sociais em sua localidade.
05. Redução de regimes especiais e otimização de renúncias fiscais
Acabar com benefícios fiscais ineficientes, impedir novos privilégios, dar transparência aos incentivos e direcionar recursos para a preservação cultural com regras claras e fiscalização.
06. Reformulação dos programas de transferência de renda
Ajudar famílias a sair da pobreza com planos personalizados, incentivo ao trabalho e à qualificação, prazos definidos, combate a fraudes e mais autonomia para estados e municípios.


07. Planos efetivos para pessoas em situação de rua
Tornar o cadastro nacional efetivo nos municípios, fortalecer abrigos e atendimento nas ruas e ampliar programas de moradia temporária com acompanhamento social e avaliação dos resultados.
08. Capacitação em educação financeira
Ensinar educação financeira nas escolas e oferecer cursos práticos para empreendedores e beneficiários de programas sociais, ajudando no controle do dinheiro e na geração de renda.

Se inscreva em minha newsletter
Aproveite e fique por dentro de conteúdos exclusivos com foco na melhoria de nosso país
Marcelo Faro
Engenheiro, gestor e um cidadão indignado. Trabalhando para trazer a eficiência e a seriedade da iniciativa privada para a gestão pública. Por um Brasil com mais mérito e menos privilégios
SIGA MINHA NEWSLETTER
© 2026 Marcelo Faro. Todos os direitos reservados.
MENU PRINCIPAL
Receba análises, propostas e atualizações sobre nosso trabalho por um país mais eficiente e um estado de SP mais forte. Ganhe vouchers e convites para eventos onde o valor cobrado por consumo é “sem impostos”. Sem spam, apenas conteúdo sério.
