
Indústria Forte
Produtividade, inovação e enfrentamento ao Custo Brasil para recuperar nossa competitividade global.

Minha visão
Não falo de teoria, falo de vivência. Vi de perto fábricas fecharem e postos de trabalho qualificados desaparecerem porque o "Custo Brasil" tornou inviável produzir aqui. A desindustrialização do nosso país é uma tragédia silenciosa que exporta nossos empregos e nos torna dependentes de fora.
Recuperar a força da nossa indústria não significa protecionismo arcaico, mas sim competitividade moderna. Precisamos de uma política industrial séria que foque em reduzir custos de produção, integrar o Brasil às cadeias globais de valor e fomentar a inovação tecnológica. Uma indústria forte é o motor que puxa o PIB, qualifica a mão de obra e traz soberania econômica.


Indústria: ao longo da minha trajetória profissional, testemunhei de perto a decadência da indústria nacional: fábricas fechando, empresas sendo vendidas, empregos eliminados. Esse processo não foi algo distante — vivi as consequências diretamente, dentro das organizações. A resposta passa por enfrentar o Custo Brasil e construir políticas públicas específicas para o setor. Uma indústria mais forte significa elevar sua participação no PIB, com foco em inovação, produtividade, integração global e geração de empregos qualificados.
O QUE PENSO
01. Destravar a regulação e garantir segurança jurídica
Instituir prazos e ritos padronizados no licenciamento estadual, integrar órgãos e responsabilizar atrasos. Estimular autorregulação empresarial com certificações e conformidade, reduzindo insegurança jurídica e acelerando investimentos produtivos.
02. Qualificar normas e reduzir o custo regulatório
Exigir análise de impacto regulatório, revisar normas obsoletas e adotar equivalência regulatória baseada em benchmarks internacionais, evitando exigências duplicadas e ampliando previsibilidade para empresas e investidores.
03. Fiscalizar com inteligência e foco em conformidade
Priorizar orientação, correção voluntária e prazos de adequação antes de sanções, elevando a conformidade regulatória sem transformar a fiscalização em obstáculo à atividade produtiva.
04. Digitalizar processos e simplificar a vida das empresas
Digitalizar licenças, autorizações e fiscalizações, integrar sistemas estaduais e municipais e disponibilizar, de forma unificada e atualizada, normas, regulamentos, exigências e prazos, cobrindo abertura, operação e fechamento com transparência e menos burocracia.
05. Planejar infraestrutura e proteger investimentos
Integrar transporte, logística, saneamento, energia e infraestrutura digital em planejamento estadual de longo prazo, com critérios técnicos, metas claras, ganho de escala e redução de prazos, diminuindo gargalos e aumentando a eficiência do gasto público.
06. Construir infraestrutura resiliente ao clima
Incorporar critérios de resiliência climática ao planejamento e à execução de obras, reduzindo interrupções logísticas, prejuízos recorrentes e custos futuros de reconstrução para o setor público e privado.


07. Garantir energia competitiva e segura
Promover eficiência energética, livre mercado e geração distribuída, reduzindo custos e aumentando a resiliência do sistema, e fortalecer etanol, biogás e biometano como pilares da transição energética paulista, reorientando incentivos hoje focados no carro elétrico.
08. Colocar aumento de produtividade no centro das políticas públicas
Adotar produtividade como meta central do desenvolvimento estadual, orientando investimentos, programas e avaliações de desempenho para elevar renda, competitividade industrial e sustentabilidade fiscal.
09. Acelerar a modernização da indústria paulista
Estimular digitalização industrial, adoção de Lean Manufacturing e modernização do parque fabril com novas tecnologias ou retrofit, combinando crédito e incentivos para reduzir desperdícios, custos, obsolescência e emissões.
10. Combater concorrência desleal e ilegalidades
Integrar fiscalização tributária, trabalhista, regulatória e de segurança pública para enfrentar sonegação, dívidas trabalhistas, crimes ambientais, pirataria, dumping, uso indevido de incentivos e circulação de mercadorias ilícitas.
11. Estruturar polos industriais competitivos
Criar polos industriais e revitalizar os existentes com pré-licenciamento, infraestrutura adequada, coordenação Estado–municípios e governança local, preservando empresas e empregos e viabilizando investimentos em modernização.
12. Organizar a política industrial do Estado
Reorganizar a política industrial paulista com coordenação executiva clara ou secretaria dedicada, metas objetivas e integração entre licenciamento, infraestrutura, crédito e incentivos, com controle orçamentário, fiscalização e indução de prioridades pela Assembleia Legislativa.

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Marcelo Faro
Engenheiro, gestor e um cidadão indignado. Trabalhando para trazer a eficiência e a seriedade da iniciativa privada para a gestão pública. Por um Brasil com mais mérito e menos privilégios
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